quinta-feira, 31 de outubro de 2013



Habitação, significa: lugar em que se habita; casa, lugar de morada; residência, vivenda; domicílio: habitação ampla e confortável. Do latim habitatio, de habitare (residir, morar, trazer habitualmente), significa onde a pessoa habitualmente se encontra, o local em que mora ou reside, tudo dentro do ânimo, ou seja a vontade de estabelecer moradia, fixar lugar que queira habitar. O significado da palavra habitação retrata a realidade habitacional de Nova Friburgo?
No século XX, logo no início, devido à rápida industrialização, as cidades atraíram grande parte da população, porém, inexistiam políticas habitacionais. O surgimento de políticas habitacionais realmente preocupadas em solucionar o alarmante problema é recente, tendo sido implementado na Constituição Federal de 1988.
O direito à propriedade foi garantido enquanto direito fundamental (art. 5º, XXII), sendo um direito inviolável e essencial ao ser humano, posto ao lado de outros direitos, como a vida, a liberdade, a segurança, etc. Mas também à propriedade foi atribuído interesse social, pois o art. 5º, XXIII prega que “a propriedade atenderá a sua função social”, portanto, fica condicionada à efetividade de sua função social. 
Especificamente, em Nova Friburgo, as ocupações irregulares estão presentes em muitos bairros, demonstrando uma triste e perigosa realidade: a da falta de moradia digna para a nossa população, que lhes ofereçam, segurança e principalmente, que lhes garantam a preservação de suas vidas. 
Quem mais sofre com a falta de políticas habitacionais são os mais carentes, aqueles que primordialmente deveriam ter preferência nas políticas sociais. Como resultado da falta de política habitacional, tivemos o triste episódio da catástrofe das chuvas de 2011, mas que também, absurdamente, vem ceifando vidas desde a sua fundação.

Caracterização das áreas urbanas irregulares

As áreas irregulares são identificadas em nossa região em:
a) Áreas de preservação ambiental: construções realizadas em margens de rios e mananciais;
b) Áreas de risco: moradias construídas em terrenos de alta declividade, com histórico de deslizamentos.
A propriedade deve ser protegida pelo Poder do Estado, cumprindo assim a sua função social. Não podemos e não devemos nos afastar desta consolidada garantia.
É preciso garantir o direito do cidadão. Para isso, o município tem que fazer valer, em seu plano diretor, regulamentar os instrumentos previstos no Estatuto da Cidade de forma a promover habitação consoante o que dispõe o art. 2º, VI sem qualquer discriminação social, condição econômica, raça, cor, sexo ou idade. 

Proposta de governo Mandato Unindo Esforços

Baseado nesta realidade, defendemos em nossa proposta de governo a aplicação de uma concreta política habitacional em Nova Friburgo, a saber:

Desenvolvimento de projetos de orientação e reestruturação de todas habitações que se encontram em áreas de riscos, para as famílias com renda de até 3 salários mínimos;
Implantação de Agro Vilas para os Produtores e trabalhadores rurais; 
Implantação do Programa Municipal de Habitação para as famílias com renda de até 3 salários mínimos, visando a construção de micro conjuntos habitacionais, no máximo até 30 residências em diversos locais de cada distrito, evitando a concentração dos grandes conjuntos habitacionais;
Implantação de políticas de Incentivos para financiamentos públicos diferenciados e mais amplos, para famílias com rendas de até 3 salários mínimos, para reforma, ampliação e construção de suas residências, mediante a orientação e desenvolvimento dos projetos em parceria com o Município, Estado e Governo Federal;
Concessão de Isenção Tributária e Incentivos Fiscais para Desenvolvimento de Empreendimentos Imobiliários Populares na cidade;
 Utilização prioritária de terrenos de propriedade do Poder Público para a implementação de projetos habitacionais de interesse social;
Incentivo à pesquisa, incorporação de desenvolvimento tecnológico e de formas alternativas de produção habitacional;
Implantação de mecanismos de quotas para idosos, portadores de necessidades especiais e famílias chefiadas por mulheres dentre o grupo identificado como o de menor renda;
Priorizar as necessidades da população feminina vítima de violência. 
Estimular a multiplicidade de soluções arquitetônicas e urbanísticas de profissionais friburguenses nos projetos  habitacionais, visando adequação local à melhoria da qualidade paisagística e ambiental; 
Estimular a criação de um Padrão de Construção elaborado com características sustentáveis que garantam a conservação de água e energia; permitindo e incentivando a reciclagem de resíduos sólidos; 
Proporcionar aos contemplados com unidades habitacionais de interesse social, acesso sem intermediários à assessoria jurídica, aos engenheiros e profissionais envolvidos nos projetos habitacionais.



Política Habitacional: um dever do estado em benefício de todos



Habitação, significa: lugar em que se habita; casa, lugar de morada; residência, vivenda; domicílio: habitação ampla e confortável. Do latim habitatio, de habitare (residir, morar, trazer habitualmente), significa onde a pessoa habitualmente se encontra, o local em que mora ou reside, tudo dentro do ânimo, ou seja a vontade de estabelecer moradia, fixar lugar que queira habitar. O significado da palavra habitação retrata a realidade habitacional de Nova Friburgo?

No século XX, logo no início, devido à rápida industrialização, as cidades atraíram grande parte da população, porém, inexistiam políticas habitacionais. O surgimento de políticas habitacionais realmente preocupadas em solucionar o alarmante problema é recente, tendo sido implementado na Constituição Federal de 1988.

O direito à propriedade foi garantido enquanto direito fundamental (art. 5º, XXII), sendo um direito inviolável e essencial ao ser humano, posto ao lado de outros direitos, como a vida, a liberdade, a segurança, etc. Mas também à propriedade foi atribuído interesse social, pois o art. 5º, XXIII prega que “a propriedade atenderá a sua função social”, portanto, fica condicionada à efetividade de sua função social. 
 
Especificamente, em Nova Friburgo, as ocupações irregulares estão presentes em muitos bairros, demonstrando uma triste e perigosa realidade: a da falta de moradia digna para a nossa população, que lhes ofereçam, segurança e principalmente, que lhes garantam a preservação de suas vidas.
 
Quem mais sofre com a falta de políticas habitacionais são os mais carentes, aqueles que primordialmente deveriam ter preferência nas políticas sociais. Como resultado da falta de política habitacional, tivemos o triste episódio da catástrofe das chuvas de 2011, mas que também, absurdamente, vem ceifando vidas desde a sua fundação.


Caracterização das áreas urbanas irregulares


As áreas irregulares são identificadas em nossa região em:

a) Áreas de preservação ambiental: construções realizadas em margens de rios e mananciais;

b) Áreas de risco: moradias construídas em terrenos de alta declividade, com histórico de deslizamentos.

A propriedade deve ser protegida pelo Poder do Estado, cumprindo assim a sua função social. Não podemos e não devemos nos afastar desta consolidada garantia. É preciso garantir o direito do cidadão. Para isso, o município tem que fazer valer, em seu plano diretor, regulamentar os instrumentos previstos no Estatuto da Cidade de forma a promover habitação consoante o que dispõe o art. 2º, VI sem qualquer discriminação social, condição econômica, raça, cor, sexo ou idade.


Proposta de governo Mandato Unindo Esforços


Baseado nesta realidade, defendemos em nossa proposta de governo a aplicação de uma concreta política habitacional em Nova Friburgo, a saber:

  • Desenvolvimento de projetos de orientação e reestruturação de todas habitações que se encontram em áreas de riscos, para as famílias com renda de até 3 salários mínimos;
  • Implantação de Agro Vilas para os Produtores e trabalhadores rurais;
  • Implantação do Programa Municipal de Habitação para as famílias com renda de até 3 salários mínimos, visando a construção de micro conjuntos habitacionais, no máximo até 30 residências em diversos locais de cada distrito, evitando a concentração dos grandes conjuntos habitacionais;
  • Implantação de políticas de Incentivos para financiamentos públicos diferenciados e mais amplos, para famílias com rendas de até 3 salários mínimos, para reforma, ampliação e construção de suas residências, mediante a orientação e desenvolvimento dos projetos em parceria com o Município, Estado e Governo Federal;
  • Concessão de Isenção Tributária e Incentivos Fiscais para Desenvolvimento de Empreendimentos Imobiliários Populares na cidade;
  • Utilização prioritária de terrenos de propriedade do Poder Público para a implementação de projetos habitacionais de interesse social;
  • Incentivo à pesquisa, incorporação de desenvolvimento tecnológico e de formas alternativas de produção habitacional;
  • Implantação de mecanismos de quotas para idosos, portadores de necessidades especiais e famílias chefiadas por mulheres dentre o grupo identificado como o de menor renda;
  • Priorizar as necessidades da população feminina vítima de violência.
  • Estimular a multiplicidade de soluções arquitetônicas e urbanísticas de profissionais friburguenses nos projetos habitacionais, visando adequação local à melhoria da qualidade paisagística e ambiental;
  • Estimular a criação de um Padrão de Construção elaborado com características sustentáveis que garantam a conservação de água e energia; permitindo e incentivando a reciclagem de resíduos sólidos;
  • Proporcionar aos contemplados com unidades habitacionais de interesse social, acesso sem intermediários à assessoria jurídica, aos engenheiros e profissionais envolvidos nos projetos habitacionais.




sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Utilidade Pública: AMABOL recebe título

Destaque na foto: Igreja de São Roque



Agora é lei! A AMABOL - Associação de Moradores e Amigos do Bairro de Olaria, é entidade de Utilidade Pública, Lei Municipal Número 4.269/13, publicado na edição do jornal A Voz da Serra de 23 de outubro de 2013.


Fundada em abril de 2013, a Associação de Moradores e Amigos de Olaria, AMABOL, tem como representantes: presidente Ricardo Alves, vice-presidente – Francisco Rohen, secretário – José Mário Talarico Pires, e tesoureiro – Cláudio Pereira. O conselho fiscal tem como membros Lenir da Silva Corrêa, Carlos Alberto Bastos, Dalmo Lopes Gualberto, Carlos Weber Jaccoud e Eloir Perdigão da Fonseca. Os suplentes da diretoria são Edson Campos Sodré, Carlos Alberto Pinto de Freitas e Eudes Cordoeira.


O Título de Utilidade Pública foi solicitado pelo vereador Ricardo Figueira, que compreendendo a relevância da associação, ingressou com o projeto de lei na Câmara de Vereadores no mês de junho.


Satisfeito com a publicação da Lei, Ricardo enaltece o trabalho da associação. “Eles estão trabalhando muito, realizando reuniões, programando eventos, buscando alternativas para itinerário dos ônibus, entre outras realizações. Espero que a associação seja o passaporte para muito desenvolvimento social. Somente representados, irmanados e organizados, as conquistas acontecerão”, finaliza.


A importância do Título de Utilidade Pública
O título de Utilidade Pública garante às entidades, associações civis e fundações o reconhecimento como instituições sem fins lucrativos e prestadoras de serviços à sociedade. Muitos benefícios são concedidos, como isenção de impostos, auxílio financeiro, isenção de tarifas, entre outros.



quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Ricardo participa da Rádio Câmara



Na tarde desta quarta-feira, 23, Ricardo Figueira participou junto com o vereador Zezinho do Caminhão de mais um programa da Rádio Câmara, pela Rádio Friburgo AM.

Como em todas as edições anteriores, foi grande a participação dos ouvintes, que interagiram nos diversos assuntos abordados pelo apresentador Guto.

Ricardo falou sobre o serviço de saúde, do seu projeto de lei que determina o registro do não atendimento na saúde, sobre a concessão da publicidade em pontos de ônibus, entre outros assuntos abordados.

“É sempre uma grande alegria participar do programa. Infelizmente o tempo é curto e não dá para ampliar o horizonte de assuntos que temos em favor da população. Agradeço a participação de todos os ouvintes e a do vereador Zezinho do Caminhão, um amigo da casa pelo qual tenho muito respeito”, Finaliza.

O programa da Câmara vai ao ar pela Nova Friburgo AM (660), sempre às quartas e sextas-feiras, às 13h. No comando, o excelente jornalista Guto Soares.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

NOTA DE FALECIMENTO JOÃO LUIZ AGUILERA CAMPOS *07/01/1928 + 22/10/2013

É com imenso pesar que comunicamos o falecimento do saudoso  amigo JOÃO LUIZ AGUILERA CAMPOS.



João Aguilera teve participação ativa em Nova Friburgo, sempre com sua personalidade serena. Jornalista, fundou o jornal A Paz e exerceu outros cargos na comunicação.

Exerceu, também, o cargo de Delegado titular da 151° Delegacia Policial, por muitos anos. Também foi Vereador por quatro mandados entre as décadas de 50 e 60, atuando ao lado de nomes tradicionais como: Laura Milheiro de Freitas, Alencar Pires Barroso, Lafayete Bravo Filho, João Batista de Moraes, João Batista da Silva, entre outros.

Nos solidarizamos e desejamos que Deus ampare e conforte toda a família!


segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Estado entrega 316 novas moradias para vítimas de enchentes em Nova Friburgo



O vice-governador e coordenador de Infraestrutura, Luiz Fernando Pezão, entregou as chaves para moradores dos dois conjuntos habitacionais. Ele ressaltou as dificuldades e a burocracia para encontrar, desapropriar e preparar os terrenos que recebem os imóveis e lembrou, ainda, que a enchente de janeiro de 2011 na Região Serrana está entre as 10 maiores tragédias naturais do mundo, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU).

Vereador Ricardo Figueira abre solenidade e entrega chaves

O vereador Ricardo Figueira, vice-líder do governo municipal, abriu os trabalhos e falou em nome da Câmara de Vereadores. Agradeceu ao vice-governador Pezão, ao prefeito Rogério Cabral e a todos os vereadores que não medem esforços para ajudar a sociedade friburguense. Para o vereador habitação é fator primordial. “Só quem sentiu na carne a perda de seu lar é que conhece a dor. A pessoa fica sem teto literalmente, pois o lar é o castelo da família. Vejo a alegria das pessoas com suas casas novas e isso não tem preço”. Finalizou.


Após o discurso, Ricardo entregou a um casal friburguense as chaves do seu novo imóvel, momento de muita alegria e emoção para ambos. O casal agradeceu e afirmou que a partir de agora é casa nova e vida nova.

O Prefeito de Friburgo, Rogério Cabral afirmou que seu município conta atualmente com R$ 636 milhões em obras em andamento, sendo feitas pelo Governo do Estado. Os recursos são estaduais e federais.

- Só o município de Friburgo vai receber, ao todo, R$ 1,4 bilhão do Estado, incluindo obras de reconstrução da cidade pelas chuvas, os programa Somando Forças e Asfalto na Porta, entre outros – afirmou Cabral.


Estado entrega 316 novas moradias para vítimas de enchentes em Nova Friburgo




O governo do estado entregou, na manhã deste sábado (19/10), 316 novas moradias para vítimas das enchentes de 2011 em Nova Friburgo: 220 apartamentos no Condomínio Terra Nova, em Conselheiro Paulino, e 96 no Conjunto Habitacional Vista Bela, em Floresta, ambos construídos pelo programa Minha Casa Minha Vida, parceria do Governo do Estado com o governo federal.

Até o momento, já foram entregues 506 imóveis no município, o primeiro a ser contemplado com as unidades habitacionais para desabrigados, com 50 casas pré-moldadas no Parque das Flores, inauguradas em maio, e os primeiros 140 apartamentos do Terra Nova, entregues em agosto. Em dezembro, serão inaugurados mais 460 apartamentos do Terra Nova, enquanto os demais 1.360 ficarão prontos em 2014, perfazendo um total de 2.180 imóveis nesse condomínio. Somadas as unidades do Vista Bela e do Parque das Flores, a cidade terá 2.326 habitações destinadas às vítimas de desabamentos provocados pelas chuvas.

O vice-governador e coordenador de Infraestrutura, Luiz Fernando Pezão, entregou as chaves para moradores dos dois conjuntos habitacionais. Ele ressaltou as dificuldades e a burocracia para encontrar, desapropriar e preparar os terrenos que recebem os imóveis e lembrou, ainda, que a enchente de janeiro de 2011 na Região Serrana está entre as 10 maiores tragédias naturais do mundo, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU).

Vereador Ricardo Figueira abre solenidade e entrega chaves


O vereador Ricardo Figueira, vice-líder do governo municipal, abriu os trabalhos e falou em nome da Câmara de Vereadores. Agradeceu ao vice-governador Pezão, ao prefeito Rogério Cabral e a todos os vereadores que não medem esforços para ajudar a sociedade friburguense. Para o vereador habitação é fator primordial. “Só quem sentiu na carne a perda de seu lar é que conhece a dor. A pessoa fica sem teto literalmente, pois o lar é o castelo da família. Vejo a alegria das pessoas com suas casas novas e isso não tem preço”. Finalizou.


Após o discurso, Ricardo entregou a um casal friburguense as chaves do seu novo imóvel, momento de muita alegria e emoção para ambos. O casal agradeceu e afirmou que a partir de agora é casa nova e vida nova.


O Prefeito de Friburgo, Rogério Cabral afirmou que seu município conta atualmente com R$ 636 milhões em obras em andamento, sendo feitas pelo Governo do Estado. Os recursos são estaduais e federais.

- Só o município de Friburgo vai receber, ao todo, R$ 1,4 bilhão do Estado, incluindo obras de reconstrução da cidade pelas chuvas, os programa Somando Forças e Asfalto na Porta, entre outros – afirmou Cabral.



quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Nova Friburgo ganha Lei que regulamenta uso de Banner e similares

Agora é lei! Na edição do jornal A Voz da Serra de 10 de outubro saiu a publicação da lei 4.263/13, de autoria do vereador Ricardo Figueira, que determina a inserção obrigatória de informações do comércio anunciante, tais como nome da rua, número e CEP, de forma legível, em todo material publicitário exposto ao público, inclusive em prédios, coberturas, entre outros. 

A lei Municipal 4.263 / 2013, estabelece a publicação de informações vitais como endereço completo em material publicitário, visando colaborar e facilitar o difícil trabalho de entregas de correspondências e mercadorias no município, além de ampliar o poder de informação, principalmente para os turistas que necessitam de informações adicionais. 

Para o vereador Ricardo Figueira a Lei vai fazer a diferença. “Nova Friburgo, cidade com grande potencial turístico, com polos comerciais diversificados, precisa se adequar ao mundo globalizado da informação. A gestão moderna exige que a tomada de decisão seja feita com o máximo de informação. Ela, tornou-se uma necessidade crescente para qualquer setor da atividade humana, sendo indispensável. Estamos preparando a cidade para o futuro”, finaliza.

As empresas do seguimento terão o prazo de doze meses para adequação a lei em vigor desde o dia 10 do presente mês.

EDUCAÇÃO: Projeto prevê assistência psicológica nas escolas








A necessidade de se ampliar o direito à saúde e a educação de nossa população, principalmente pelo fato da cidade de Nova Friburgo ter vivido a maior catástrofe climática da história do país, onde mais de 500 vidas foram ceifadas, e particularmente, as crianças que viveram os momentos de horror, com muitas delas perdido seus familiares, são fatores predominantes para a propositura de lei apresentada pelo vereador Ricardo Figueira.


O projeto dispõe sobre a implantação de assistência psicológica em toda a Rede Municipal de Ensino, com o objetivo de desenvolver um trabalho preventivo, diagnosticando, intervindo e prevenindo problemas de aprendizagem, tendo como enfoque o educando e as instituições de Educação Infantil e Ensino Fundamental.


O projeto determina, ainda, que a assistência deverá ser prestada por profissional habilitado e ocorrer nas dependências da instituição durante o período escolar, por período pré-determinado atendendo às necessidades de cada unidade escolar.


Segundo o vereador, o objetivo principal deste trabalho foi o de levantar subsídios para a contratação do Psicólogo Escolar para a Rede Municipal de Ensino. Por não "saberem" lidar com questões mais complexas, ou por não "conseguirem entender" o que se passa com os alunos, grande parte dos educadores sente-se incapaz de desenvolver seu trabalho.


Apesar da educação escolar ser um objeto de estudo de várias disciplinas científicas, nem todas estão representadas no organograma das escolas. Os profissionais que compõem as Equipes Técnicas das escolas representam uma única categoria profissional: a do Pedagogo, nas habilitações de Supervisor de Ensino e de Orientador Educacional. No entanto, apesar da constituição destas Equipes, as escolas continuam enfrentando problemas na estruturação de intervenções mais contundentes para a superação de suas dificuldades.


Em 1981, a APA (American Psychological Association) divulgou suas "Diretrizes de Especialidade para a Prestação de Serviços por Psicólogos Escolares", definindo os papéis desempenhados por esses profissionais como: "serviços destinados a promover o desenvolvimento educacional e a saúde mental.



Em 1995, um outro estudo bibliográfico, constatou que a expectativa com relação ao Psicólogo Escolar é que este tenha como objeto principal de trabalho, a criança e o escolar, tendo permanentemente preocupação com os valores éticos na construção da sua prática.


Entende-se que cotidiano escolar é o espaço privilegiado para a atuação do Psicólogo Escolar, pois é onde ocorre o encontro dos diversos segmentos que estão envolvidos com o dia a dia da escola, o que circunscreve o campo para a emergência das contradições que estão implícitas nas relações sociais que ali se desenvolvem. Assim sendo, a principal função do Psicólogo Escolar dentro da escola é a de, a partir de seu cotidiano e de sua história, proporcionar situações coletivas onde se desvele os significados implícitos nas relações (sobre a escola, sobre o conhecimento, sobre o aluno, etc...), de tal forma que os envolvidos no processo deem novos significados para as relações que ali estabelecem.


Desta forma, entende-se que o "lugar" do Psicólogo, seu espaço de atuação, deve ser "dentro" da escola. Ali, onde terá acesso ao cotidiano, ao dia a dia, ao que fazer diário de professores, alunos, direção, etc... É neste contexto e neste lugar que o Psicólogo poderá contribuir para uma visão multidisciplinar dos processos educativos que acontecem no contexto escolar.


Realidade em Londrina


Pesquisa realizada com 155 educadores nas escolas municipais de Londrina, 84,52% afirmaram ter dificuldades em suas atuações profissionais com os alunos; 78,71% com os pais; apenas 21,94% com a equipe técnico- pedagógica e 38,71% com o conteúdo.


Além disso, 96,13% dos educadores afirmaram a necessidade do apoio de especialistas nas escolas, e entre eles destacaram: Psicólogo, Fonoaudiólogo, Psicopedagogo, Orientador Educacional, Supervisor, Assistente Social, Odontólogo, Pedagogo, Médico, Fisioterapeuta, Nutricionista, Advogado e Enfermeiro.


E para finalizar, 73,55% dos educadores afirmaram desconhecer o trabalho do Psicólogo Escolar, sendo que apenas 9,03% já trabalhou com um profissional desta área e consideraram fundamental as intervenções realizadas pelo Psicólogo, tanto no âmbito escolar como fora deste contexto.



Nesse sentido, o Psicólogo Escolar pode, e deve, inserir-se na Equipe Técnica da Escola tendo em vista a especificidade de seu trabalho, qual seja, ele é habilitado a compreender a complexidade do processo ensino/aprendizagem, principalmente no que tange aos aspectos psicológicos nele envolvidos. Além disso, pode intervir nas representações sociais acerca dos fenômenos que acontecem dentro da escola, desenvolvendo programas que estabeleçam novos parâmetros para as atividades, esclarecendo sobre os melhores procedimentos para atuação junto a alunos com dificuldades.











Segurança no trânsito: Bolsão de Motos pode virar Lei






Baseado nos princípios básicos de segurança e preservação da vida humana, além da organização e qualidade no trânsito friburguense, o vereador Ricardo Figueira apresentou projeto de lei que determina a instalação de bolsão de motos nos semáforos de trânsito da cidade.


Matéria publicada no site da Rádio Friburgo AM, aponta que o número de automóveis em Nova Friburgo aumentou 49% em 10 anos, segundo dados da Autran. Eram 46.709 automóveis registrados em 2003 contra 69.591 em 2013. O aumento no número de motos é ainda maior: passou de 7.932 para 20.065, aumento de 152,97%. O dado mais alarmante é que 76% dos seguros dpvats solicitados em Nova Friburgo são por acidentes com motos.

Segundo o vereador, o bolsão de motos não é uma novidade e já vem sendo usada com êxito em cidades como São Paulo, Barcelona e Madri, obtendo resultados na mobilidade do trânsito e a queda significativa nos acidentes.


O projeto tem por finalidade, além da preservação da vida humana: proporcionar maior segurança para os motociclistas, diminuindo o conflito com autos no momento da largada no verde do semáforo; aumentar o respeito das motos à linha de retenção e à faixa de travessia; dar maior visibilidade às motos junto às travessias de pedestres e Diminuir o número de acidentes envolvendo motos, ciclistas e pedestres nos cruzamentos.


Para o vereador Ricardo, o projeto é de suma importância. “Antes de qualquer solução para o trânsito, temos de pensar na segurança e na vida dos motociclistas, que arriscam suas vidas numa rotina conturbada de trabalho. A organização do trãnsito é importante, mas a preservação da vida suplanta qualquer outro sentimento. Os motociclistas merecem respeito, pagam seus impostos como qualquer outro cidadão. Não podemos mais admitir que pessoas morram no trânsito e é essa realidade que queremos mudar em nossa cidade”, Finaliza.












terça-feira, 15 de outubro de 2013

Todos deveriam ser professores



Quem não sonhou um dia em ser professor? Quem nunca guardou em seu íntimo um carinho especial pelo mestre de outrora? Quem nunca acalentou o desejo de um mundo melhor através dos livros?

Ser professor é exercer a mais bela e refinada profissão. O professor tem a missão e a capacidade de melhorar o ser humano, pois o seu comprometimento está ligado diretamente as pessoas e não somente ao mundo do conhecimento.

O Brasil está carente de professores, de sua dedicação, de seu amor pelo bem coletivo. O Brasil precisa ter consciência da valorização dos professores, de suas dificuldades do seu inigualável mundo do saber.

O professor sabe e tem consciência de seu papel na sociedade e sabe, ainda, que seu maior desafio é aprender sempre com seus alunos, com suas dúvidas sobre o futuro e seus indecifráveis sonhos para o futuro. O professor conta com o tempo e o tempo é o seu maior aliado.

Difícil acreditar nas dificuldades desta profissão, pois mister é compreendermos que o país não pode viver sem este missionário das letras. Uma nação livre não pode e não deve tratar o professor como um profissional qualquer, não, ele não é e nunca será. Ele estará sempre a frente do nosso tempo, pois é ele quem prepara a base de tudo.

O professor é aquele que trabalha o homem para que ele não venha sofrer punição no futuro. É ele que trabalha o desconhecido de uma criança, que compreende seus olhos e proporciona seu devido crescimento.

Ser professor é ter o dom de ensinar, é como o dom das mães que vem de Deus. É o dom da alma, da esperança e do amor. A criança é a esperança de um mundo melhor e o professor é a chave deste caminho.

O que seria de você, que está lendo esta mensagem, sem um professor? Parabéns a todos os professores por esta data tão especial. Enfim, todos deveriam ser professores.

Belinha e sua Malinha recebe moção especial de louvor

Belinha e sua Malinha postou em seu perfil vídeo do momento que recebe a moção especial de louvor no dia 12 de outubro. Ficamos emocionados com esse momento especial.

Confira em seu perfil no facebook: 
http://goo.gl/zVZbPc

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Escola Fribourg recebe Moção de Louvor




O vereador  Ricardo Figueira, visitou na manhã desta terça-feira, 01, a Escola Fribourg, no bairro de Olaria. A visita se deu por conta da entrega da Moção Especial de Louvor, pelo excelente trabalho de sua diretora Esther Araújo e pelos 15 anos de fundação.
Na ocasião, o parlamentar foi recebido por diretores da escola e por todos os alunos, que no auditório ouviram atentamente as considerações feitas pelo vereador e do corpo docente.
A presidente, Esther Araújo, agradeceu a moção e o carinho do vereador para com a história da escola. A vice presidente e diretora, Flávia Pinto, em seu pronunciamento, agradeceu ao vereador pela participação efetiva nos 15 anos de existência da escola, tendo fundamental importância  em toda a sua jornada, que conta com muitos desafios conquistados.
Emocionado, Ricardo agradeceu o carinho de todos. “Quero agradecer a direção da escola pela acolhida e mais uma vez dizer que a Educação deve ser prioridade, sempre. Sigam adiante e nunca deixem de estudar, pois a educação é a porta para um futuro de oportunidades”, finalizou.
A entrega da moção especial de louvor na própria escola, faz parte de um entendimento pessoal do parlamentar, que prefere o carinho e o calor humano das pessoas no seu ambiente de trabalho, deixando livre o plenário para as proposituras de leis e outras questões legislativas.
Na foto, da esquerda para a direita: Flávia Pinto, vice presidente, Rosani Polo, secretária, Rosane Pinto, psicóloga, Esther Araújo, presidente, Valéria Borges, tesoureira, Fernanda Schimidt, secretária e Ricardo Figueira.

Conheça um pouco da história

A Cooperativa Educacional Escola Fribourg, fundada em 16 de dezembro de 1998, surgiu a partir da união de 20 professores dispostos a oferecer uma educação de qualidade ao Município de Nova Friburgo e há 15 anos vem cumprindo essa missão.

A filosofia da escola é pautada no ideais do cooperativismo, com a participação democrática e a solidariedade. A escola acredita nos valores éticos, na transparência das ações, na honestidade, na responsabilidade social e no cuidado com o semelhante.

Com um corpo docente de trinta e cinco profissionais cooperados, a escola atende atualmente quatrocentos alunos da educação infantil ao ensino médio.


Estas diferenças fazem da Escola Fribourg um modelo singular de educação no Brasil.