segunda-feira, 21 de maio de 2012

O bom governo e o bom governante




Um bom governo é aquele que busca permanente a otimização da organização da administração pública, levando em conta cada conjuntura específica em conjunto com a necessidade de uma maximização constante do convívio humano com dignidade política e qualidade de vida, a partir da conformação dos princípios da igualdade e da liberdade.

Agir com probidade administrativa, ser reto, leal ao PATRIMÔNIO PÚBLICO.  O governante deve ter coragem de estabelecer metas, acreditar firmemente que elas são as melhores para seus governados, e mobilizar os recursos de que dispõe para caminhar firme em direção a elas. Se for perder tempo com transeuntes que reclamam para si atenções que atendem somente seus interesses particulares e não àqueles que fazem chegar logo ao melhor objetivo coletivo, certamente que poucas vezes chegará lá, e, quando chegar, o fará atrasado, depois da hora.

Maquiavel alertou que “o primeiro método para estimar a inteligência de um governante é olhar para os homens que tem à sua volta”. De fato, governantes inteligentes não têm motivo para ter receio de companhias inteligente. Muito pelo contrário, sabem que são essas pessoas que, se bem intencionadas, podem assessorá-lo na melhor condução de seu governo. Desconfie-se, de pronto, daqueles que preferem a presença dos néscios, dos incompetentes. Essa atitude, não raro, denota que o governante não tem luz própria, e por isso tem medo de ser ofuscado por assessores mais inteligentes que eles.

O líder dever ser nato, pleno de consciência moral, ética e profissional. O bom governante deve atentar para  força do povo e para ele direcionar o melhor de si.

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