Um
bom governo é aquele que busca permanente a otimização da organização da
administração pública, levando em conta cada conjuntura específica em conjunto
com a necessidade de uma maximização constante do convívio humano com dignidade
política e qualidade de vida, a partir da conformação dos princípios da
igualdade e da liberdade.
Agir
com probidade administrativa, ser reto, leal ao PATRIMÔNIO PÚBLICO. O governante deve ter coragem de estabelecer
metas, acreditar firmemente que elas são as melhores para seus governados, e
mobilizar os recursos de que dispõe para caminhar firme em direção a elas. Se
for perder tempo com transeuntes que reclamam para si atenções que atendem
somente seus interesses particulares e não àqueles que fazem chegar logo ao
melhor objetivo coletivo, certamente que poucas vezes chegará lá, e, quando
chegar, o fará atrasado, depois da hora.
Maquiavel
alertou que “o primeiro método para estimar a inteligência de um governante é
olhar para os homens que tem à sua volta”. De fato, governantes inteligentes
não têm motivo para ter receio de companhias inteligente. Muito pelo contrário,
sabem que são essas pessoas que, se bem intencionadas, podem assessorá-lo na
melhor condução de seu governo. Desconfie-se, de pronto, daqueles que preferem
a presença dos néscios, dos incompetentes. Essa atitude, não raro, denota que o
governante não tem luz própria, e por isso tem medo de ser ofuscado por
assessores mais inteligentes que eles.
O líder
dever ser nato, pleno de consciência moral, ética e profissional. O bom governante
deve atentar para força do povo e para
ele direcionar o melhor de si.

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